segunda-feira, 29 de junho de 2009

Modelo da camiseta do Grupo


Bom pessoal, aqui está o modelo de nossa camiseta!
Ainda podemos fazer algumas alterações antes de mandar confecciona-las.









Sugiram algumas sugestões de cores, postarei brevemente, assim vocês escolherão a opção que desejar.
Quanto ao preço, já estamos na busca!

Um abraço a todos e uma semana mui massa!!



Para ampliar, clique na imagem!

terça-feira, 23 de junho de 2009

A Missa - Parte 01

Olá caros leitores, Como havia dito no último post de formação litúrgica: O que é Liturgia?, hoje vamos começar a falar sobre a missa!

Só para fixar: Liturgia é o conjunto de ritos celebrativos e participativos, expressos por meio de sinais sensíveis e eficazes, onde se experimenta o mistério pascal de Cristo.

Quando você vai à igreja e observa uma cerimônia, como a missa, logo nota uma série de sinais, de objetos, lugares e atitudes próprias daquela cerimônia. Por isso, a missa também é chamada de LITURGIA EUCARÍSTICA.

A missa é o culto mais sublime que oferecemos ao Senhor. A Eucaristia é o ponto central de toda a liturgia, porque relembra a Páscoa de Cristo, tornando-a presente entre nós. É na Eucaristia que Jesus se dá a nós em alimento, na forma de pão e vinho, simbolizando a carne e o sangue. Nós não vamos à missa somente para pedir, mas para louvar, agradecer e adorar a Deus.

Para bom observador, a missa sofre algumas variações, dependendo do dia em que é celebrada. Por exemplo, no período da Quaresma não se canta o Glória, as cores usadas nos paramentos (incluí-se as vestes do Padre) também são diferentes das cores usadas no Tempo Comum. Mas vamos com calma até chegarmos nos pormenores, centremo-nos na estrutura geral de todas missas, ou Celebração Eucarística - como queiram chamar, depois partiremos aos demais assuntos, conforme interesse de vocês, Sr(as) Leitores(as).

Para facilitar nosso estudo, vamos dividir a missa em quatro partes:1. Ritos Iniciais, 2. Liturgia da Palavra, 3. Liturgia Eucarística e 4. Ritos Finais. Sendo que vamos descrever as duas primeiras nesse post e as outras duas posteriormente.

1. RITOS INICIAIS
A finalidade dos ritos iniciais é fazer com que todos os fiéis se sintam unidos para formar uma só comunidade, um só corpo, dispondo seu coração e sua mente para receber a Palavra de Deus e celebrar dignamente a Santa Eucaristia.

Compreende: Comentário Introdutório à missa do dia, Antífona de Entrada, Ato Penitencial, Hino de Louvor e Oração da Coleta.

--> Comentário Introdutório
Trata-se dos primeiros ritos, onde o comentarista vai dizer porque estamos reunidos, o que iremos celebrar (por exemplo, missa da Paixão e Morte do Senhor, ou missa da Páscoa) seguido das intenções da missa (dos enfermo, em memória de alguém, ou agradecimento por algo, entre outros).

--> Antífona de Entrada

A assembléia, de pé, saúda o Padre (que nesse momento representa Cristo) e os demais ministros que se aproximam em procissão, com o Canto de Entrada. Ao chegar ao presbitério, o Padre beija o altar em sinal de carinho e reverência por tão sublime lugar, significa também um beijo dado em cada um na assembléia. Depois, todos fazem o sinal da cruz, onde nota-se que a assembléia não se reúne em seu próprio nome, mas em nome da Santíssima Trindade.

-->
Ato Penitencial
A Igreja é convidada a silenciar e reconhecer-se pecadora e necessitada da misericórdia de Deus, cuja finalidade é purificar o coração de todos os presentes, que se arrependem de suas culpas para dar lugar à graça de Deus. Nossos pecados são absorvidos na oração feita pelo Padre.

--> Hino de Louvor ou Glória

O glória é uma mistura de louvor e súplica, em que a assembléia congregada no Espírito Santo, dirige-se ao Pai e ao Cordeiro. Pode ser cantado ou proclamado nos domingos e em celebrações especiais, de caráter mais solene --> exceto os do tempo da quaresma e do advento (período em que também não se pode bater palmas ou manifestar louvores) <-- --> Oração da Coleta
Tomando consciência de que estamos na presença de Deus, em silêncio, designamos a Deus nossos pedidos, tendo total certeza de que Ele está a nos escutar.

2. LITURGIA DA PALAVRA
É por meio das palavras que Deus fala ao nosso coração.

Compreende: Primeira Leitura, Salmo Responsorial, Segunda Leitura, Aclamação ao Evangelho, Proclamação do Evangelho, Homilia, Profissão de Fé e Oração da Comunidade.

--> Leituras
Aos domingos são feitas duas leituras e o Evangelho, nas missas da semana são feitas apenas uma leitura e o Evangelho. A primeira e a segunda leitura devem ser encerradas de modo idêntico, com o leitor exclamando: "Palavra do Senhor!" e a comunidade respondendo com: "Graças a Deus!".

--> Evangelho
O celebrante anucia o Evangelho com as seguintes palavras:
Pe.: O Senhor esteja convosco.
Ass.: Ele está no meio de nós!
Depois o Padre proclama: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo segundo ......
Ass.: Glória a vós Senhor!

É feita a leitura do Evangelho e ao final o Padre encerrar proferindo a expressão: "Palavras de Salvação!"; Ass.: Glória a Vós, Senhor!


--> Homilia

Errônamente chamada de sermão. Trata-se do momento em que o sacerdote, como homem de Deus, traz para o presente aquela palavra pregada por Cristo há dois mil anos. Neste momento, devemos dar ouvidos aos ensinamentos do sacerdote, que são os mesmos ensinamentos de Cristo, pois foi o próprio Cristo que disse: "Quem de vós ouve, ouve a mim! Quem de vós rejeita, rejeita a mim!" (Lc 10,16). -->A homilia é obrigatória aos domingos e nas festas solenes da Igreja. Nos demais dias, ela é recomendável, mas é facultativa. <--

--> Profissão de Fé (Credo)

Encerrada a homilia, todos ficam de pé para recitar o Credo. Este nada mais é do que um resumo da fé católica, que nos distingue das demais religiões. É como que um juramento público e renovação do batismo.

--> Oração da Comunidade ou Oração dos Fiéis

Toda a comunidade apresenta suas súplicas ao Senhor e intercede por todos os homens. A introdução e o encerramento da Oração da Comunidade devem ser feitas pelo sacerdote.


Entendidos até aqui caros leitores?! No proximo post de Formação Litúrgica daremos continuidade à Santa Missa com as outras duas partes:
Liturgia Eucarística e Ritos Finais.

Até lá!

A Missa - Parte 02

Caros leitores, cá estou com a segunda parte da missa.

Façam bom proveito da formação.

3. LITURGIA EUCARÍSTICA
Eucaristia significa agradecimento.

A Igreja irá tornar presente o sacrifício que Cristo fez para nossa salvação, não se trata de outro sacrifício, mas de trazer à nossa realidade a salvação que Deus nos deu.

É durante a liturgia eucarística que podemos entender a missa como uma ceia, pois podemos enxergar todos os elementos que a compõe: temos a mesa, o pão e o vinho. Tudo conforme o espírito da ceia pascal judaica, em que Cristo instituiu a eucaristia. Aplicando esses aspectos à Missa, entenderemos o seu significado, principalmente quando vemos que é o próprio Deus que se dá em alimento.

A liturgia eucarística divide-se em 3 partes:

1ª Parte
- Oferendas: Canto/Procissão das Oferendas, Orai Irmãos e Irmãs, e Oração Sobre as Oferendas.


Nessa parte da Missa todo cristão deve apresentar seus dons e sacrifícios que serão ofertados junto com o Cristo durante a consagração. Enquanto o sacerdote e o coroinha preparam o altar.


Analisemos os elementos do ofertório: o pão, o vinho e a água, que, utilizado por Cristo na última ceia, possuem todo um significado especial:

O pão e o vinho representam a vida do homem, uma vez que ninguém vive sem comer nem beber. Em Cristo, o pão e o vinho adquirem um novo significado, representando o Corpo e o Sangue de Cristo.
A água, sabemos que no tempo de Jesus os judeus bebiam vinho diluído em um pouco de água, e certamente Cristo também devia fazê-lo, pois era verdadeiramente homem. Ora, as gotas de água representam a humanidade que se transforma quando diluída em Cristo. Representa também sinal de purificação.


2ª Parte - Oração Eucarística: Prefácio, Santo, Consagração e Doxologia ou Louvor Final;

A oração eucarística é o centro e ápice de toda celebração, é prece de ação de graças e santificação. O sacerdote convida o povo a elevar os corações ao Senhor na oração e na ação de graças e o associa à prece que dirige a Deus Pai por Jesus Cristo em nome de toda comunidade.

O sentido dessa oração é que toda a assembléia se una com Cristo na proclamação das maravilhas de Deus e na oblação do sacrifício.


Prefácio
- possui a função de introduzir a assembléia na grande ação de graças que se dá a partir deste ponto.

Santo
- em uma só voz, cantando ou dizendo, toda a Igreja une-se aos anjos e santos e proclamam Deus, Santo do Universo. cantando ou dizendo

Consagração
- esse é um momento sublime e de profunda adoração, onde vivenciamos os mesmos atos da última ceia: “(...) Jesus tomou o pão, deu graças e ofereceu aos discípulos: ‘Tomai e comei, eis o meu CORPO’. Da mesma forma, no fim da ceia, tomou o cálice em suas mãos, deu graças e ofereceu aos discípulos: ‘Tomai e bebei, eis o meu SANGUE’” e disse mais ainda: “Fazei isso em minha memória”.

Nesse momento ocorre a transubstanciação, o pão e o vinho ofertado, tornam-se verdadeiramente CORPO e SANGUE de Cristo. Toda a Igreja deve prostrar-se de joelhos diante do Soberano Rei, e ficar em profundo silêncio.


Doxologia
- é uma espécie de resumo de toda a oração eucarística, em que o sacerdote tendo o Corpo e Sangue de Cristo em suas mãos louva ao Pai dizendo: “Por Cristo, com Cristo e em Cristo, a vós Deus Pai Todo Poderoso, toda honra e toda a Glória agora e para sempre” --> O sacerdote a diz sozinho, a não ser que ele convide toda a assembléia para dizermos juntos... <-- Toda assembléia responde com um grande “amém”, que significa: assim seja; confirmando tudo aquilo que foi dito.

3ª Parte
- Comunhão: Pai Nosso, Abraço da Paz, Cordeiro de Deus, Canto/Distribuição da Comunhão, Interiorização, Antífona da Comunhão e Oração após a Comunhão.


Esse momento tem o intuito de preparar-nos ao banquete eucarístico.

Pai Nosso
- é o desfecho natural da oração eucarística. Uma vez que unidos a Cristo e por ele reconciliados com Deus, nada mais oportuno do que dizer: Pai nosso... Esta oração deve ser rezada em grande exaltação, se for cantada, deve seguir exatamente as palavras ditas por Cristo, quando as ensinou aos discípulos. Após o Pai Nosso segue o seu embolismo, ou seja, a continuação do último pensamento da oração. Segue aqui uma observação: o único local em que não dizemos “amém” ao final do Pai Nosso é na Missa, dada a continuidade da oração expressa no embolismo.

Abraço da Paz
- é um gesto simbólico, uma saudação pascal. Por ser um gesto simbólico não há a necessidade em sair do local para cumprimentar a todos na Igreja. Se todos tivessem em mente o simbolismo expresso nesse momento não seria necessária a dispersão que o caracteriza na maioria dos casos, uma vez que deveria durar pouco tempo.

Cordeiro de Deus
- o sacerdote e a assembléia se preparam em silêncio para a comunhão. Neste momento o padre mergulha um pedaço do pão no vinho, representando a união de Cristo presente por inteiro nas duas espécies. A seguir todos reconhecem sua pequenez diante de Cristo e como o Centurião exclamam: “Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma só palavra e serei salvo”. Cristo não nos dá apenas sua palavra, mas dá-se por amor a cada um de nós.

Comunhão
- durante esse momento a assembléia dirige-se à mesa eucarística. A comunhão pode ser recebida nas mãos ou na boca, sob duas espécies (Corpo e Sangue de Cristo) ou uma espécie (Corpo de Cristo). Aqueles que por um motivo ou outro não comungam, por não se encontrarem devidamente preparados (estado de graça santificante) é importante que façam desse momento também um momento de encontro com o Cristo, no que chamamos de Comunhão Espiritual (reflexão). Após a comunhão segue-se a ação de graças, que pode ser feita em forma de um canto ou pelo silêncio, o que não pode é esse momento ser esquecido ou utilizado para conversar com quem está ao nosso lado.

Oração pós comunhão
- é a oração de fechamento da liturgia eucarística, pedindo a Deus as graças necessárias para se viver no dia-a-dia tudo que se manifestou perante a assembléia durante a celebração.

4. RITOS FINAIS Comunicados da Comunidade, Canto de Ação de Graças e Bênção Final.

Saudação
- para muitos, este momento é um alívio, está cumprido o preceito dominical. Mas para outros, esta parte é o envio, é o início da transformação do compromisso assumido na Missa em gestos e atitudes concretas. Ouvimos a Palavra de Deus e a aceitamos em nossas vidas. Revivemos a Páscoa de Cristo, assumindo também nós esta passagem da morte para a vida e unimo-nos ao sacrifício de Cristo ao reconhecer nossa vida como dom de Deus e orientando-a em sua direção.

Avisos
- este momento é o oportuno para darem-se avisos à comunidade, bem como para as últimas orientações do presidente da celebração.

Benção Final
- após, segue-se a bênção do sacerdote e a despedida. Esse momento é um momento de envio, pois o sacerdote abençoa os fiéis para que estes saiam pelo mundo louvando a Deus com palavras e gestos, contribuindo assim para sua transformação. Vejamos o porquê disso: passando a despedida para o latim ela soa da seguinte forma: “Ite, Missa est”. Soa algo como “Ide, tendes uma bênção e uma missão a cumprir”, pois em latim, missa significa missão ou demissão, como também pode significar bênção. Nesse sentido, eucaristia significa bênção, o que não deixa de ser uma realidade, já que através da doação de seu Filho, Deus abençoa toda a humanidade. De posse desta boa-graça dada pelo Pai, os cristãos são re-enviados ao mundo para que se tornem eucaristia, fonte de bênçãos para o próximo. Desse modo a Missa reassume todo seu significado.

Concluímos aqui nossa formação sobre missa! Se quiserem alguma complementação, deixem recados.

Saúde e Paz a todos!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Buscai as Coisas do Alto

Galera Despertar, o tema do nosso 2º Encontrão é Buscai as Coisas do Alto.
Com esse tema vamos buscar um sentido para a nossa existência e de prosseguir no caminho.
É no Alto que está a nossa meta e é por ela que devemos lutar (Pe. Leo).
Meditemos sobre Colossenses 3, 1-4.
Devemos nos fortalecer na fé. Precisamos revelar a amizade de Jesus aos que não estão na luz, e mostrar a grandeza que ela significa para cada um de nós. Mostrar que Ele á força que nos impulsiona para o alto. Jesus que veio para nos dar a vida: “Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância”.
Quando fomos batizados, recebemos a luz! Fomos marcados com a marca do céu!
Então peço que você pare um instante para pensar o que na sua vida pode receber essa marca! Pense nos seus estudos, trabalho, relacionamento, amizades, ações.
Devemos dignificar as coisas terrenas, para que não as tenhamos em vão, para que buscando as coisas do alto, possamos um dia afirmar: “Já não sou eu quem vivo, mas é o Cristo que vive em mim” (Gl 2,20).
Que cada um consiga assumir esse compromisso de mudança.

Paz e bem!


Encontrar uma meta e manter o passo firme em direção às coisas que estão no Alto é próprio daqueles que sabem superar os desafios e que não se deixam abater diante das dificuldades (Pe Leo).

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Política: e eu com isso...

Bem caros leitores, hoje o post é Fé e Política – viiiixe....

Essas são duas coisas que muitos não gostam de discutir, a FÉ, porque tornou-se dogmatizada àqueles que crêem e devassa aos seus opostos; e a POLÍTICA, ah!... a política... – e o que é que eu tenho a ver com isso!!?
Pensando bem, FÉ e POLÍTICA, sempre aparecem em todo e qualquer discurso, até mesmo nos daqueles que fazem questão de dizer: “me incluam entre os que estão fora desse discurso político”. E, como diz um amigo meu, nós temos certa FIMOSE MENTAL para esse assunto, muito mais para a política à fé. Como deixar de lado aquilo que rege a vivência social, o conforto, a segurança, a educação e nossos direitos e deveres? Onde ficamos ao afirmar que não estamos preocupados com nosso futuro?

Caro leitor, sugiro definirmos os termos FÉ e POLÍTICA, para melhorar um pouco mais nossa visão em torno do assunto. Segundo o dicionário Michaelis, = Crença, crédito; convicção da existência de algum fato ou da veracidade de alguma asserção. Crença nas doutrinas da religião cristã. POLÍTICA = Arte ou ciência da organização, direção e administração de nações ou Estados. Conjunto dos princípios e medidas postos em prática por instituições governamentais e outras, para a solução de certos problemas sociais. Faz-se necessário incluir mais um termo aqui: POLITICAGEM, este sim retoma àqueles atos que, erroneamente, também queremos fechar os olhos e deixar ao deus-dará. Segundo Michaelis, significa: Política ordinária, mesquinha e interesseira. Corja de maus políticos.

A politicagem está associada àquilo que não queremos nem saber, porque sabemos que não vai dar em nada e agride a imagem do Poder Executivo e Legislativo, o certo é que fazemos errado em nos calarmos!

Você deve ainda está se perguntando, ou tentando associar FÉ à POLÍTICA, qual a razão disso? Afirmo que não somos pioneiros a trazer essa discussão, basta uma simples pesquisa no oráculo e... thannrhannn... lá estão... alguns links com tamanha referência no assunto.

Trata-se até mesmo de um movimento ecumênico, não confessional e não partidário, já organizado
com direito a blog e tudo mais objetivando fomentar a reflexão política, a vida espiritual e a subjetividade daqueles que estão comprometidos com uma prática política e social (vide: Blog de Fé e Política).

Ressalto que este será o título (ou marcador) desta Coluna, mas o que queremos é ascender aqui a opinião pessoal a respeito da política, até mesmo expor situações que mexem com nosso credo aos políticos e aos que fazem politicagem.

De fato somos todos verdadeiramente seres políticos e sonhadores com uma sociedade mais justa, humana e solidária. A Democracia é participativa, devemos sim ir atrás do que está errado e cobrar resultados certos e exatos. Devemos ir atrás de nossos direitos, atentando para os nossos deveres. Reunidos em grupo, com o mesmo propósito somos mais fortes. A Igreja, como defensora das causas dos pobres, oprimidos e excluídos, atua também nesse papel, e o melhor, num grande grupo!

Saúde e paz a todos!

Socialização,os sintomas da maturidade

O processo de desenvolvimento humano se dá desde a dependência absoluta, passando pela dependência relativa, até a independência. Até os sete anos de idade, observa-se a manifestação de dependência absoluta, fase em que os pais são os principais elementos de suporte da criança. Depois, com a entrada no processo de alfabetização, inicia-se a dependência relativa, na qual já conseguem ter estrutura para agir em muitas situações por si mesmas e, ao mesmo tempo, ainda são dependentes porque só na vida adulta a independência surge totalmente.

A busca pela independência é algo que o ser humano jamais vai conseguir atingir totalmente. À medida que o ser humano cresce, estabelece-se a construção de sua maturidade pelo processo de socialização. Podemos identificar a maturidade de uma pessoa pela capacidade de estabelecer vínculos e de se relacionar com diferentes pessoas em seu ambiente.

Vejam como se tornam um estorvo, em um ambiente de trabalho, pessoas que não conseguem participar das atividades em equipe, que se fecham em seu mundo pessoal. Ao mesmo tempo em que estas pessoas imaginam que possuem independência, estão totalmente apegadas ao seu próprio mundo, revelando-se a dependência absoluta.

A maturidade tem como principal elemento a capacidade de socialização. É por isso que, nas avaliações escolares, se a criança tem bom desempenho na área de socialização, é sinal de que está caminhando de forma madura dentro de sua faixa etária.

O processo maturacional

Maturação emocional está diretamente relacionada com provisão do ambiente. Quanto mais ambiência protecional e afeto uma criança recebe, tanto mais chance de obter sua maturidade ela terá. Os pais não fazem uma criança. Ela já está feita. Eles apenas emprestam as sementes e proporcionam o encontro do espermatozóide com e óvulo, tendo na mão o útero como cama acolhedora dessa união.

Aos caracteres genéticos da criança os pais pouco poderão fazer, como tamanho, olhos, cabelo, tendências fisiológicas. Como um artista pode modelar um pote de barro ou conduzir a tinta sobre a tela, os genitores não podem interferir na estrutura física do filho, que eles não fizeram, apenas conceberam. Porém, os pais podem proporcionar o maior legado na vida de uma pessoa: a maturidade. Nesse campo, a arte está nas mãos dos pais. Para isso, damos o nome de “provisão”, que Winnicott chama de “processo de maturação” (1963). A maturação completa só poderá ser vislumbrada na vida adulta, após os 22 anos.

Por isso, na vida adulta dos seus filhos, muitos pais caem em angústias, pois a maturidade tão desejada pode não acontecer e surgem as dúvidas sobre onde erraram e com elas vêm as culpas. Mas, se os pais entenderem que não fazem os filhos, mas que apenas lhes emprestam sementes; que não possuem poder para formatar a beleza deles, mas possuem mãos para estruturar processos de vínculos afetivos; saberão lidar com situações de frustração quando, estes [filhos], na vida adulta, não atingirem a maturidade tão esperada. Principalmente se os genitores souberem que o ambiente é a somatória das quatro mãos de um porto seguro, que são eles próprios [pais] e ao mesmo tempo a comunidade que os cercam.

A melhor forma de criar ambiente para o processo maturacional de uma criança é não esperar nada dela nem fazer planos para ela, principalmente porque o futuro a ela pertence, dependendo das escolhas que fizer no futuro.

De modo que a maturidade é a capacidade de lidar com os limites e desejos impostos pelo cotidiano. As chaves de uma pessoa lidar com esses limites está diretamente ligada à capacidade que adquiriu de estabelecer vínculos afetivos e, consequentemente, parcerias.

Fonte:www.cancaonova.com

terça-feira, 16 de junho de 2009

O que é LITURGIA?

Olá prezados leitores, vamos fazer uns ajustes nesse blog e torná-lo bem mais visível às nossas atividades fins, aliás, é para isso que servem mesmo os blogs – rsrsrs

Então, sem prolongar a conversa, vamos trazer para esse espaço formações litúrgicas e demais outros posts e discussões relacionados ao cotidiano.

Esperamos ser útil!



Antes de nos aprofundarmos em outros termos, vamos iniciar com LITURGIA:


Ao contrário do que muitos pensam e até mesmo tornou-se estigmatizado, liturgia não é um Grupo especifico que está intimamente ligado à Celebração Eucarística, nem o Grupo de Canto ou Coral, estes fazem parte da liturgia.


O conceito de LITURGIA vai além de um grupo ou de atos e gestos do Padre, significa um conjunto de ritos que torna presente o acontecimento definitivo do Mistério Pascal (a Ressurreição de Cristo).



A palavra liturgia vem do grego λειτουργία, que significa "serviço" ou "trabalho público". É, antes de tudo, "serviço ao povo", experiência que se semeia dentro de uma vivência fraterna da vida cotidiana de cada um em comunhão com sua comunidade.



Quando vamos à igreja e observamos uma cerimônia, como a missa, nota-se uma série de sinais, de objetos, de lugares e de atitudes próprias daquela cerimônia. Não se trata de uma encenação da morte e ressurreição de Cristo, mas de uma representação dela, uma vez que o mistério é contemplado em "espírito e verdade".



Em Resumo, liturgia trata-se do conjunto de ritos celebrativos e participativos, expressos por meio de sinais sensíveis e eficazes, onde experimenta o mistério pascal de Cristo. Por tanto, quem participa da liturgia não é apenas o grupo que canta, que auxilia no altar (acólitos e ministros), que faz as leituras e/ou o Padre, mas toda a comunidade, ou seja, você faz parte da liturgia eucarística. A religião assume o homem por completo: corpo e alma. A Graça não destrói a natureza humana, mas a completa e aperfeiçoa, por isso, rezamos com o corpo também: dizendo palavras e fazendo gestos.




Entendidos até aqui o conceito de LITURGIA, na próxima formação traremos os aspectos da missa, que é o rito completo da liturgia eucarística.

Até lá!


Deixem seus comentários, dúvidas e/ou sugestões, ou envie para soudespertar@gmail.com

sábado, 13 de junho de 2009

Parabéns ANINHA PAZ!!!


♥ ♥ ♥ Hoje vai ter uma festa bolo e guaraná muitos doces...

Dia de se alegrar...

E uma das grandes bênçãos da vida...
É a experiência que os anos vividos nos concedem, aniversariar é uma amostra das oportunidades que temos de aprender a contar os nossos dias.

Hoje, mais uma janela se abre diante de seus olhos, mais um espinho foi retirado da flor, restando somente a beleza de tão bela data.

Os sintomas da felicidade se traduzem do otimismo, na fé, na esperança e no empenho por ser melhor a cada dia. Continue firme pelos caminhos da virilidade e suas verdades.

Continue trilhando pelos vales da vida, pois um dia encontrarás o mais belo jardim, o jardim que representará a realização de seus maiores sonhos. E nunca desista desse grupo que te ama muito!

Feliz Aniversário!
Todos do grupo DESPERTAR estamos muito felizes em poder participar da sua vida em mais uma primavera e que DEUS VENHA SEMPRE TE ILUMINE!! ♥ ♥ ♥


"tudo em vermelho para combinar com seu cabelo!!!"

segunda-feira, 1 de junho de 2009

É BIG, É BIG... 01 ANO DE DESPERTAR!

Nosso 1º ano... e com este, o nosso Grupo já celebra com alegria algumas vitórias na sua existência.
Muita coisa aconteceu, muitas pessoas passaram pelo DESPERTAR. Algumas permanecem até hoje, outras seguiram o seu caminho, levando consigo recordações insubstituíveis. Mas nós continuamos cá! Não podemos dizer que tem sido fácil.
Depois de dois ou três primeiros meses de existência, em que o efetivo rondava os 40 participantes no ativo, os números começaram a baixar. É uma situação complicada de vivenciar, mas tais dificuldades não nos fizeram desistir.
Somos poucos, mas bons - como se costuma dizer, e, apesar de o número rondar agora entre 20 participantes, sabemos que todos os que cá estão usam o nosso nome DESPERTAR com orgulho.
E finalizando com o nosso hino: "Teu sorriso tem algo a me dizer..."
Temos sorrido e iremos continuar a sorrir!
Obrigada a todos os que nos apoiam e acreditam em nós!
PARABÉNS AO GRUPO DESPERTAR
QUE VENHA MAIS ANOS E COM ELES EXPERIÊNCIAS!!!