quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cultura moderna precisa da reflexão e ação da Igreja, diz Papa


Diante do relativismo que influencia a cultura moderna, é urgente uma formação que promova o homem na sua totalidade e plenitude, disse o Papa Bento XVI nesta quinta-feira, 28, aos membros das Pontifícias Academias. A audiência especial aconteceu na Sala Clementina do Palácio Apostólico Vaticano, e teve como tema "A formação teológica do presbítero".

Bento XVI enfatizou que a Igreja deve oferecer razões de verdade, vida e esperança onde faltam ideais e a própria moral. "À carência de pontos de referência ideais e morais, o que penaliza particularmente a vida civil e sobretudo a formação das novas gerações, deve corresponder uma oferta ideal e prática dos valores e da verdade, de razões fortes de vida e de esperança, que possam e devam interessar a todos, especialmente aos jovens", destacou.

O Santo Padre sublinhou que tal compromisso deve ser particularmente obrigatório para a formação dos candidatos ao sacerdócio, como exige o Ano Sacerdotal e como afirma o tema deste ano escolhido pelas Pontifícias Academias.

O Papa frisou que a cultura atual e, mais ainda os fiéis solicitam continuamente a reflexão e a ação da Igreja nos vários âmbitos onde emergem novas problemáticas, sobretudo na pesquisa filosófica e teológica das Academias Pontifícias.

"É necessário que as Pontifícias Academias sejam hoje, mais do que nunca, instituições vitais e vibrantes, capazes de perceber com exatidão as demandas da sociedade e da cultura, bem como as necessidades e expectativas da Igreja, para fornecer uma contribuição apropriada e valiosa, e assim promover, com todas as energias e recursos disponíveis, um autêntico humanismo cristão", acrescentou.

Esta é a décima quarta vez que o Conselho das Pontifícias Academias realiza uma conferência para tratar de uma questão atual. O intuito é demonstrar qual a contribuição da Igreja no âmbito teológico e na recuperação das raízes cristas.

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Big Brother 10. Como cristão, convém assistir?

Simbolo do Big Brother Brasil 10

+ É sempre prematuro falar sobre o primeiro episódio de qualquer programa em série, especialmente de um reality show, que não tem roteiro muito definido. Mas essa me pareceu a estreia de “Big Brother” com linhas mais claras, definidas.

+ Uma das chaves desta edição foi dada explicitamente por Pedro Bial: “Este BBB tem um novo alfabeto. ABCDEF GLS…” Uma das participantes depois reforçou: “Este é o BBB da diversidade”. Por fim, a animação de Maurício Ricardo mostrou três robozinhos, um deles gay. A direção do programa selecionou um gay, uma lésbica e uma drag queen, todos assumidos – o que demonstra que as questões de gênero sexual terão papel predominante desta vez.

+ A ideia de uma vida dupla é reincidente entre os participantes – muito além da duplicidade inerente aos brothers GLS. Há uma doutora em lingüística que vira perua baladeira, uma policial que solta a franga na praia, um engenheiro agrônomo que foi modelo, um advogado que treina boxe e assim por diante.

+ Como se vê, a “segunda vida” dos participantes está ligada em geral ao corpo. Muitos ganham a vida com atividades físicas: um dançarino, uma dançarina de boate, um personal trainer e assim por diante. Esta parece ser também uma das edições mais homogêneas em termos corporais/hormonais, com uma maioria absoluta de corpos esculpidos, quando não marombados. Pela minha lembrança, havia mais exceções em edições anteriores, como Cida ou Jean, por exemplo.

+ É cedo para dizer, tudo pode mudar nas próximas semanas, mas o “casting” da edição me pareceu bastante inspirado, com vários participantes de personalidade forte. E já deu para identificar claramente uma barraqueira, a jornalista lésbica, que deu uma enquadrada forte e desnecessária, logo no primeiro programa, na dançarina de boate .

Ricardo Calil, critico de cinema.

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S. Paulo, com muita sabedoria nos disse: ” Tudo nos é lícito mas nem tudo nos convém, tudo nos é permitido mas nem tudo nos edifica”. (I Cor 10,23)

Convém perder o nosso precioso tempo dando audiência a um programa cujo conceito é francamente anti evangélico em toda sua proposta de estimular com que o pior das pessoas venham à tona e seja objeto de observação 24 horas por dia, pela tv ou internet ?

Sei que tem coisas aproveitáveis na TV, outras, no entanto, não acrescentam nada na vida da gente.

Aliás, se houver algum acréscimo, esse será na conta bancária do vencedor e na emissora que ganha milhões às custas da curiosidade mórbida das pessoas que tem ânimo para assistir o manjado grande irmão- que de grande só tem os interesse financeiro envolvido dentro da turma escolhida e na audiência ávida por alguma coisa que lhes ofereça mais sentido para a vida!

fonte: http://www.comshalom.org/blog/carmadelio/5494-big-brother-10-como-cristao-convem-assistir-e-da-audiencia